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A espera acabou: o Windows 11 vai abrir as tuas aplicações numa fração do tempo habitual

10 Maio 2026

Quem usa um computador com Windows todos os dias conhece bem aquela sensação de frustração silenciosa: clicar duas vezes num ícone e ficar a olhar para o ecrã à espera que a aplicação apareça. Parece um problema pequeno, mas ao longo de um dia de trabalho, esses segundos acumulam-se e tornam-se minutos perdidos. A Microsoft decidiu finalmente atacar este problema de frente.

O que está a mudar, exatamente?

A Microsoft anunciou uma melhoria significativa no sistema de arranque de aplicações do Windows 11. A tecnologia em causa chama-se “preloading” inteligente, e funciona de forma semelhante a um assistente que prepara o café antes de chegarmos à cozinha. O sistema operativo passa a aprender os hábitos dos utilizadores e a carregar partes das aplicações mais usadas para a memória antes mesmo de estas serem abertas. O resultado prático é que, quando se clica numa aplicação, grande parte do trabalho já foi feita em segundo plano.

Porque é que isto não existia antes?

A resposta honesta é que existia, mas de forma rudimentar. O Windows sempre teve mecanismos de pré-carregamento, mas estes eram pouco sofisticados e consumiam recursos de forma pouco eficiente. A novidade está na camada de inteligência adicionada ao processo. O sistema agora analisa padrões de utilização reais e toma decisões mais precisas sobre o que carregar e quando, sem penalizar o desempenho geral do computador.

Que aplicações vão beneficiar mais?

Numa primeira fase, as melhorias são mais notórias em aplicações do ecossistema Microsoft, como o Word, o Excel, o Teams e o Edge. No entanto, a Microsoft indicou que o mecanismo foi desenhado para funcionar progressivamente com aplicações de terceiros, o que significa que outros programas populares deverão também beneficiar desta aceleração ao longo do tempo.

Precisa de fazer alguma coisa para ativar esta funcionalidade?

Não é necessária nenhuma ação da parte dos utilizadores. A melhoria chega através das atualizações normais do Windows 11 e ativa-se automaticamente. Contudo, para aproveitar o máximo destas melhorias, recomenda-se que os computadores tenham pelo menos 8 GB de memória RAM, uma vez que o sistema de pré-carregamento depende da disponibilidade de memória para funcionar de forma eficaz.

Vale a pena atualizar o Windows 11 por causa disto?

Esta melhoria é mais um argumento a favor de manter o sistema operativo atualizado. Não se trata de uma revolução isolada, mas de uma peça adicional num esforço contínuo da Microsoft para tornar a experiência do Windows mais fluida e menos frustrante no dia a dia. Para quem trabalha com muitas aplicações abertas em simultâneo, o impacto pode ser genuinamente percetível.

Fonte: Notícia Original

Este artigo baseia-se em factos reportados originalmente pela fonte indicada, analisados para te trazer uma visão aprofundada sobre os prós, contras e consequências práticas da tecnologia no seu quotidiano. O conteúdo foi gerado com o apoio de Inteligência Artificial, sob curadoria e revisão rigorosa da equipa Arena Digital. Partimos da notícia original para garantir a precisão, acrescentando a nossa análise sobre o impacto desta inovação no seu negócio ou quotidiano.

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